Campi da UFU terão trânsito fiscalizado pela Settran

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Circulam cerca de 7.200 veículos por dia no Campus Santa Mônica (Imagem: Milton Santos)

Na tarde desta quinta-feira, 19, representantes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran) se reuniram para discutir a fiscalização das normas de trânsito nos campi da UFU, conforme solicitação do Ministério Público Federal.

Atualmente, a universidade está, com o apoio da Settran, finalizando a adequação da sinalização das vias segundo os padrões do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em seguida, será realizada uma ampla campanha com a comunidade acadêmica para informar o início da fiscalização nos mais movimentados campi da instituição: o Santa Mônica e o Umuarama. O cronograma ainda será definido.

Segundo a Prefeitura Universitária, circulam cerca de 7.200 veículos por dia no Campus Santa Mônica, onde estão localizadas as principais unidades administrativas e a maioria das unidades acadêmicas. Neste campus, uma das infrações cometidas é o estacionamento irregular.

No Santa Mônica estão regulamentadas 1.783 vagas para carros – entre elas, 81 para idosos e 43 para deficientes físicos – e 220 para motos. No Umuarama são 837 sinalizadas (39 para idosos e 23 para deficientes físicos).

A defasagem de vagas, que ocorre principalmente pela manhã, está sendo enfrentada pela Prefeitura Universitária com a ampliação e revitalização de bolsões de estacionamentos, apesar da limitação do espaço físico.

Por outro lado, a requalificação urbana dos campi – que privilegia os pedestres –, a criação de bicicletários e de linhas de ônibus intercampi e o apoio a iniciativas de promoção à carona são outras medidas da universidade para minimizar o impacto causado pela utilização dos automóveis.

Conforme esclarece o diretor de Logística da Prefeitura Universitária, Flávio de Freitas, o objetivo da presença dos agentes da Settran na universidade não é, de forma alguma, a emissão de multas aos condutores – o que poderá vir a acontecer com a fiscalização. “Somos a favor da conscientização e da regularização”, observa o diretor.

Comunica UFU

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