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Prefeito de Perdizes-MG renuncia ao ser preso na Operação Isonomia

Carolina Vilela

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O Prefeito da cidade de Perdizes-MG, Fernando Marangoni, renunciou ao cargo na noite desta terça-feira, 23, após ser preso em flagrante recebendo R$ 20 mil em propina horas mais cedo. A prisão aconteceu durante a Operação “Isonomia”, desencadeada no período da manhã pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia e da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público.

Os trabalhos foram até o início da madrugada desta quarta-feira, 24. O promotor Daniel Marota ouviu o prefeito no MPE de Uberlândia. Depois de muitas horas de depoimento, Maragoni assinou um documento anunciando a sua renúncia ao cargo de prefeito de Perdizes.

A Operação Isonomia é contra crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Investiga ainda se houve contratação irregular de um escritório de advocacia situado em Uberlândia para prestação de serviços de compensação de créditos tributários a prefeituras do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, nos dois últimos anos, 2015 e 2016.

A suspeita é de que o escritório Ribeiro Silva Advogados Associados que presta serviços à Prefeitura de Uberlândia em um contrato de R$ 400,5 mil de março a dezembro de 2017 – seja responsável por conseguir as contratações por meio de tráfico de influência.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e uma condução coercitiva. Uberlândia, Canápolis, Carmo do Paranaíba e Presidente Olegário foram alvo da ação.

Além do prefeito de Perdizes, Fernando Marangoni, outro político também foi preso. O ex-prefeito de Canápolis, Diógenes Borges, foi autuado por porte ilegal de arma de fogo.

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