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Com volta de Felipão, Cruzeiro vence o Operário-PR e se recupera na Série B

Enviado por: Redação V9 21/10/2020

Após quatro jogos sem vencer, o Cruzeiro reencontrou a vitória na estreia do técnico Luiz Felipe Scolari. Apesar de não ter apresentado um bom futebol, o time celeste conseguiu marcar no fim com Arthur Caíke e bateu o Operário por 1 a 0, na noite desta terça-feira, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR), pela 17ª rodada da Série B.

O gol do Cruzeiro foi marcado aos 39 minutos do segundo tempo. Nos acréscimos, Fábio fez uma grande defesa e salvou o time celeste de ceder o empate.

O resultado quebra a série de quatro jogos sem triunfos do Cruzeiro na Série B. A vitória em Ponta Grossa fez a Raposa ganhar duas posições na tabela, saindo do 19º e indo para o 17º lugar, com 16 pontos, um atrás do Guarani, primeiro time fora da zona de rebaixamento. Já o Operário segue no meio da tabela, na 10ª colocação, com 22 pontos.

Na próxima rodada da Série B, o Cruzeiro recebe o Náutico, domingo, às 16h, nos Aflitos. O Operário volta a jogar na sexta-feira, às 21h30, contra a Chapecoense, na Arena Condá.

O jogo

Felipão promoveu mudanças de peças no time titular, mas manteve o esquema tático do Cruzeiro no 4-2-3-1. Uma das novidades, Marquinhos Gabriel estava pela direita e Arthur Caíke pela esquerda, com Régis na armação. No comando de ataque, Marcelo Moreno no lugar de Sassá. No entanto, o setor ofensivo deixou a desejar na etapa inicial.

Com dificuldades na criação das jogadas, o time celeste tentava jogar pelos lados do campo, mas Marquinhos Gabriel e Arthur Caíke não conseguiam levar a equipe pra frente. Régis estava apagado em campo, enquanto Moreno sofria entre os zagueiros do Operário.

Resultado: nenhum lance de perigo no primeiro tempo para a Raposa. Na única tentativa, Arthur Caíke foi lançado em velocidade, invadiu a área, mas foi travado na hora do chute para o gol.

Na etapa inicial, o sistema defensivo do Cruzeiro se mostrou sólido. Porém, mais pela inoperância do Operário do que por mérito do time celeste, que pouco foi atacado.

Para o segundo tempo, Felipão inverteu Régis com Marquinhos Gabriel, que passou a jogar centralizado. A mudança não surtiu efeito e o Cruzeiro continuou no mesmo ritmo.

A primeira boa chance do Cruzeiro só aconteceu aos 19 minutos, em cobrança de falta de Marquinhos Gabriel que o goleiro do Operário caiu no canto para espalmar. O lance empolgou a Raposa, que chegou com perigo pouco depois em cabeçada de Arthur Caíke que Thiago Braga fez outra boa defesa para impedir o gol celeste.

Após dois ataques em sequência, o Cruzeiro foi premiado pela insistência com o gol. Airton fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro para trás. Arthur Caíke dominou e bateu firme para estufar as redes.

Nos acréscimos, Fábio salvou o Cruzeiro de levar o empate ao defender uma finalização à queima-roupa do zagueiro Rafael Bonfim.

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