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UFU e Comitê Paralímpico Brasileiro firmam acorda de cooperação técnica

Enviado por: Redação V9 11/07/2019

O acordo prevê a colaboração da universidade desde o apoio ao esporte paralímpico até o campo da educação. (Imagem: Alexandre Costa)

O reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Valder Steffen Júnior, e o pró-reitor de Extensão e Cultura, Hélder Eterno da Silveira, assinaram acordo de cooperação técnica entre a universidade e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), no dia 04/07. O objetivo é ampliar a contribuição entre as partes na execução de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área da Ciência do Esporte Paralímpico.

Em 2014, a UFU e o CPB assinaram um Protocolo de Intenções. O documento manifestava os interesses de ambas as partes, mas sem detalhamentos sobre as linhas de atuação. Segundo Silveira, o protocolo era frágil perto da quantidade de ações e possibilidades que a universidade pode desenvolver com o CPB.

O acordo, que tem vigência de cinco anos, pretende ampliar o alcance de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área do desporto paralímpico. Para o pró-reitor, “o protocolo de intenções sinaliza, mas o que concretiza é, de fato, esse acordo de cooperação técnica”.

Para o atual diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro, Alberto Martins da Costa, o convênio com a universidade prevê várias oportunidades. “O esporte paralímpico brasileiro é hoje uma das dez maiores potências do mundo e isso só aconteceu quando este se uniu à academia”, afirma.

A atleta Amanda Sousa pratica halterofilismo há dez anos. Ela ressalta que Uberlândia tem tradição no esporte paralímpico, então o convênio entre o CPB e a universidade é muito importante. “Aliar pesquisa, conhecimento, ciência com a prática faz com que o desempenho de nós, atletas, melhore cada vez mais”, declara. Para ela, o reflexo dessa união é a possibilidade dos atletas executarem o trabalho de uma forma mais eficaz e poder levar o nome da cidade cada vez mais longe.

O acordo visa o desenvolvimento, realização e certificação de cursos, seminários e congressos sobre a temática. A proposta é dar formação aos professores de educação básica para que eles conheçam e reconheçam o trabalho dos esportistas paralímpicos. Além disso, trazer o assunto para dentro da sala de aula da universidade, desenvolvendo pesquisas voltadas ao conhecimento do esporte paralímpico.

Segundo Silveira, a universidade tem que ir além dos muros. “A UFU é um catalisador, a nossa ideia é acelerar a velocidade com que essa discussão aconteça e se melhore a partir da participação da universidade”, completa.

Para mais informações, ouça a entrevista com Fabíola Amaral sobre o acordo.

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