Política

Câmara aprova projeto de empréstimo de R$ 4 milhões para reforma no Centro Administrativo

Enviado por: Augusto Ikeda 21/09/2017

Fonte: reprodução/TV Vitoriosa

A Câmara Municipal de Uberlândia aprovou, na última quarta-feira (20), um projeto de lei que aprova o empréstimo de 4 milhões, junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), para realizar uma reforma dentro da própria Câmara e do Centro Administrativo.

A ideia do projeto surgiu após o Ministério Público Estadual recomendar a prefeitura que melhorasse a acessibilidade dos prédios da própria Câmara Municipal e do Centro Administrativo, para atender à certidão do “Habite-se”, bem como o seu alvará de funcionamento. Ele foi aprovado pelos vereadores com 17 votos favoráveis, 2 contra e 6 abstenções.

“O papel do poder público é cobrar e, lógico, também fazer o seu papel de estar completa com as suas documentações. O projeto desse financiamento é pra legalizar tanto o prédio da Câmara quanto o Centro Administrativo”, explicou o vereador Antônio Carrijo, líder do governo na casa.

O pagamento desses 4 milhões será feito em 60 parcelas, com atualização monetária via Taxa Selic e juros de 6% ao ano.

Vereadores contestam

O projeto, antes de ser aprovado, ficou parado na comissão de finanças e orçamento do município, pois segundo a presidente, vereador Thiago Fernandes, que votou contra, faltavam informações e documentos no texto original.

“Entendo que não existe nenhum orçamento que fale que essa obra vá custar quatro milhões. Existe um pedido de pegar quatro milhões emprestado e usa-se como objeto do empréstimo da obra, mas não sei quanto que essa obra vai ficar”, explicou Thiago, pouco antes da votação.

Já o vereador Felipe Felps afirmou mesmo com os novos documentos, ainda faltaram algumas informações que seriam essenciais.

“O projeto chegou incompleto, ele não trouxe informações de como se daria esse financiamento, a que prazo seria, quais serão os comprometimentos. E ao mesmo tempo, ele não aponta o que vai ser feito, é um projeto genérico. A gente fica muito preocupado porque não sabe, ao certo, o que vai ser executado”, disse Felipe.

Informações no local: Vinícius Lemos

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