Imagem | Polícia Civil
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Unidade Especializada de Fraudes, prendeu preventivamente nesta semana um homem de 30 anos; suspeito por ser um “falso corretor” responsável por aplicar golpes na venda fraudulenta de imóveis. Somados, os valores já ultrapassam R$ 1 milhão.
A investigação mais recente teve início no último dia 9 deste mês: uma vítima procurou a delegacia após pagar R$ 35 mil pelo que acreditava ser o ágio de um imóvel no bairro Luizote. Após o pagamento, a vítima suspeitou da transação e realizou buscas em redes sociais, onde descobriu o histórico criminoso do suspeito e percebeu que havia caído em um estelionato.
O que chamou a atenção dos investigadores foi a rapidez com que o autor voltou a praticar os golpes, tendo retomado as atividades criminosas pouco tempo após deixar o sistema prisional. O suspeito havia sido colocado em liberdade em janeiro deste ano, após cumprir 10 meses de prisão; mas em fevereiro, menos de 30 dias fora da cadeia, já estava articulando novos golpes, o que resultou em sua nova prisão neste mês.
No esquema utilizado para enganar as vítimas, o autor contava com a ajuda de um comparsa que se passava pelo proprietário do imóvel, utilizando documentos falsos para dar uma aparência de legalidade ao negócio e garantir a eficácia da fraude.
A prisão ocorreu no bairro Saraiva, apenas uma semana após o registro da ocorrência. A Polícia Civil optou pela prisão preventiva do suspeito, que recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi deferida pelo Judiciário.
O investigado agora permanece à disposição da Justiça. A PCMG reforça a importância de verificar a documentação de imóveis e a credencial dos corretores antes de qualquer transação financeira.
