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Família sepulta corpo de jovem assassinado após 11 meses de espera

Augusto Ikeda

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A família do jovem Adriano Gomes Ferreira Filho, que foi morto ano passado, só pode fazer o enterro de seu corpo na tarde da última quinta-feira (22), 11 meses após o crime.

Apesar do alívio em finalmente pode sepultar o filho, o pai do jovem, Adriano Gomes Ferreira, questiona a demora do laudo da morte do garoto e a devolução de seu corpo.

“Veio se arrastando isso aí. Mandou o corpo para Belo Horizonte pra fazer o laudo, pra saber a causa da morte, e a gente sofrendo. Graças a Deus, hoje vamos conseguir sepultar ele, de uma forma muito horrível, era um menino de 16 anos, tinha uma vida toda pela frente”, disse.

A família também reclama que eles ainda não sabem a causa da morte do jovem.

“Como é um caso de justiça, um duplo homicídio, está na mão da justiça primeiro. Até nós, os pais, não sabemos o que foi a causa da morte”, explicou Adriano.

Entenda o caso

Adriano Gomes Ferreira, de 17 anos, e sua namorada, Nágila Alves Santos, de 23, foram assassinados próximos a represa de Miranda, por volta de junho do ano passado.

A polícia acredita que a morte do casal foi uma espécie de vingança por um homicídio duplo registrado no Bairro Lagoinha, em junho do ano passado. Guilherme Augusto Nunes, de 26 anos, e Rafael de Azevedo Guedes, de 23, foram executados a tiros, sob suspeita de disputa por um ponto de tráfico de drogas.

O casal teria sido sequestrado e morto no mesmo dia. Nágila não era alvo do crime, mas como estava acompanhada do namorado, também acabou sendo morta.

Em dezembro de 2016, dois irmãos foram presos pela polícia, acusado de serem os responsáveis pelo assassinato de Adriano e Nágila.

Informações no local: Lourival Santos

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