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Poesia crítica de Fellini é tema do Cineclube Cultura de abril em Uberlândia

Redação V9

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A combinação de memória, sonhos, desejos e fantasias que traz uma visão pessoal e, em certa medida bizarra da sociedade é a maior característica de Federico Fellini. Por essas e outras razões, o cineasta italiano é o tema da edição de abril do Cineclube Cultura, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC). Na programação estão quatro filmes produzidos nas décadas de 1960, 1970 e 1980. As exibições são gratuitas, sempre aos sábados, a partir das 20h, na Sala Roberto Rezende, na Oficina Cultural.

A Doce Vida

Neste sábado, 1º, o público poderá conferir “A Doce Vida” (La dolce vita – França / Itália / 1960, P&B, 174 min), drama que conquistou o Oscarde melhor figurino e foi indicado nas categorias de melhor diretor, melhor roteiro original e melhor direção de arte. Além disso, o longa conquistou a Palma de Ouro e Cannes.
No dia 8 de abril, o filme exibido será “Amacord” (Amacord – França / Itália / 1973, Cor, 127 min), uma comédia dramática quase autobiográfica, por meio do qual o cineasta rememora a própria infância. O longa é outro clássico do cineasta.
Ainda serão exibidos “Cidade das Mulheres” (La città delle donne – França / Itália / 1980, Cor, 133 min) e “O Navio” (E La nave va – Itália / 1983, Cor, 132 min), nos sábados subsequentes.

Serviço:

O quê: Cineclube Cultura – “A poesia-imagem de Frederico Fellini”
Quando: às 20h dos dias 01, 08, 22 e 29 de abril
Onde: Sala Roberto Rezende – Oficina Cultural
Endereço: Praça Clarimundo Carneiro, 204, bairro Fundinho
Entrada franca
Sinopse:
*O filme tem como cenário a Roma do inicio dos anos 1960 e conta a história de Marcello Rubini (Marcello Mastroianni), um jornalista especializado em histórias sensacionalistas. Ele escreve sobre estrelas de cinema, visões religiosas e a aristocracia decadente. Ao cobrir a visita da atriz hollywoodiana Sylvia Rank (Anita Ekberg), fica fascinado por ela. Através dos olhos deste personagem, Fellini mostra uma Roma moderna, sofisticada, mas decadente, com os sinais da influência estadunidense. O repórter é um homem sem compromisso, que se relaciona com várias mulheres: a amante ciumenta, a mulher sofisticada em busca de aventura, e a atriz de Hollywood, com a qual passeia por Roma, culminando no ponto alto do filme, a famosa sequência da Fontana di Trevi, que ficou imortalizada na atuação de Anita Ekberg. (Fonte: https://tvbrasil.ebc.com.br)

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