Mulher é esfaqueada pelo ex-companheiro após emboscada em festa em Canápolis


Uma mulher de 24 anos sofreu uma tentativa de feminicídio na frente de diversas pessoas após sofrer uma emboscada no município de Canápolis, a cerca de 100 quilômetros de Uberlândia. O principal suspeito é o seu ex-companheiro, de 21 anos, que não aceitou o fim do relacionamento. As marcas de sangue no chão do imóvel evidenciam a violência do ataque.

Segundo informações preliminares, a vítima estava em uma festa na companhia de amigos e de um homem que havia acabado de conhecer. Em determinado momento, o padrão de energia da residência foi propositalmente desligado.

Assim que as pessoas saíram para abrir o portão e religar a energia, o suspeito aproveitou a oportunidade para invadir o local. Ao se deparar com a ex-companheira acompanhada, o homem, armado com uma faca, desferiu diversos golpes contra ela, atingindo seu braço, abdômen e pescoço. A jovem ficou caída no chão, gravemente ferida.

Após o crime, o agressor fugiu do local a pé. Populares que presenciaram o crime acionaram imediatamente a Polícia Militar (PM), que solicitou o serviço de resgate. A mulher foi levada inicialmente para o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Canápolis, mas, devido à gravidade das lesões, precisou ser transferida às pressas para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde permanece internada em estado grave.

Com base nos relatos dos populares, os militares foram até a residência do autor das facadas. No local, constataram que ele havia fugido e abandonado o filho do casal com um tio. O Conselho Tutelar foi acionado para recolher a criança, que foi entregue formalmente aos cuidados dos avós maternos.

Até o fechamento desta matéria, o indivíduo continuava foragido. A Polícia Militar e a Polícia Civil seguem realizando buscas na região para localizá-lo e prendê-lo.

As autoridades pedem a colaboração da comunidade: quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito pode realizar uma denúncia anônima e segura por meio dos telefones da Polícia Militar (190) ou do Disque Denúncia (181).

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