Delegada comenta o caso do ex-agente penitenciário que jogou amante de veículo em movimento

Redação V9

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Legenda da foto

A Delegada da Delegacia da Mulher de Uberlândia, Alessandra Rodrigues, explicou um pouco mais a respeito da morte de Sandra Maria Pereira Lima, que faleceu após ser jogada de um veículo em movimento pelo ex-agente penitenciário Marilúcio Andrade Vieira, que era seu amante.

Primeiramente, a delegada explicou que Marilúcio já foi encaminhado para o presídio Nelson Hungria, que fica em Belo Horizonte, capital do estado, pois não haveria segurança alguma para que ele ficasse preso em Uberlândia.

“Comédia”

Alessandra afirmou que considerou o depoimento de Marilúcio uma “comédia”, por conta da versão dos fatos na visão do ex-agente penitenciário.

“Ele fala que teria chegado na casa da vítima embriagado, depois de uma discussão com ela, afirmando que iria pro estado do Ceará. Ele não teria aceitado e a empurrado, e ela teria caído na calçada e batido com a cabeça. E aí, pra tentar reanimá-la, ele pegava a cabeça dela e soltava na calçada”, explicou.

A delegada também disse que Marilúcio teria feito isso após ter a noção de que testemunhas presenciaram o crime. Ele também disse que foi o responsável por acionar o socorro, mas que não ficou no local junto da vítima.

Testemunhas confirmam o crime

Ainda de acordo com Alessandra, diversas testemunhas confirmaram que realmente viram Marilúcio jogando Sandra do veículo em movimento e batendo sua cabeça no chão.

“Foi um crime muito cruel, todas as testemunhas ficaram muito comovidas. Testemunhas presenciais visualizaram o suspeito arremessando a cabeça da vítima contra a parede (sic) com muita força, que a vítima gemia muito e chorava muito, e ele deixando a vítima no local da maneira que se encontrava”, explicou.

Se condenado, Marilúcio pode ter uma pena de 20 a 30 anos de prisão.

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