Polícia

Homem que estuprou, agrediu e matou bebê de 7 meses é condenado a 43 anos em Uberlândia

Enviado por: Carolina Vilela 29/04/2017

Saiu nesta sexta-feira, 28 de abril, o resultado do julgamento de um crime que chocou Uberlândia e o Brasil, visto que o caso foi divulgado amplamente. Foi condenado a 43 anos de prisão em regime fechado, Carlos Henrique Gomes Fortunato, de 26 anos, que agrediu, estuprou e matou uma bebê que havia acabado de completar 7 meses de vida.

A menina era enteada de Carlos Henrique e estava sob a responsabilidade dele, no Bairro Laranjeiras, enquanto a mãe da garotinha trabalhava.

O réu foi condenado por estupro de vulnerável e homicídio triplamente qualificado. A audiência começou 13h no Fórum Abelardo Penna. A partir das 15 horas, as portas foram fechadas para a população, pois a defesa pediu para que o julgamento corresse em segredo de justiça. A sentença saiu por volta de 20h. O resultado que agradou ao Ministério Público.

De acordo com o promotor Sílvio Fausto de Oliveira Neto “foi feita a justiça e dada uma resposta à sociedade de Uberlândia sobre a atitude do réu”.

O caso chamou muita atenção no ano passado. No dia 12 de março de 2016, o padrasto levou o bebê até uma unidade de atendimento médico alegando que a criança tinha caído no banheiro. Mas o laudo constatou a violência sexual, agressões físicas e afogamento, conforme o depoimento da delegada Gabriela Damasceno.

Entre as barbáries praticadas, ficou registrado no inquérito policial que Carlos Henrique estuprou com violência tanto o órgão genital quanto o ânus do bebê, ejaculou na boca da menina, bateu na cabeça dela, e ainda afogou o bebê debaixo do chuveiro.

Conforme as investigações, o crime foi motivado pelo fato de a menina ser filha de outro homem.

Mesmo após a condenação, os advogados de defesa disseram que não poderiam se manifestar em razão da solicitação do segredo de justiça. Agora condenado, Carlos Henrique Gomes Fortunato foi levado para o Presídio Professor Jacy de Assis, para o cumprimento da pena em regime fechado.

Repórter no local: Léo Soares

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