Professor aposentado morre no HC quase dois meses após ser baleado

Carolina Vilela

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Auster Ruzante era mestre, doutor, e foi adido cultural da Unesco, entre outras qualificações

Morreu no último sábado, 12, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, o professor aposentado Auster Ruzante, de 81 anos. Ele foi baleado no dia 22 de junho, na mesma ocorrência em que o enteado dele, o cabo do exército Antônio Carvalho Vieira Neto, de 29 anos, foi assassinado em uma tentativa de roubo, no Bairro Vigilato Pereira.

Auster Ruzante chegava em casa, na Rua Tahiti, quando foi abordado por três ladrões, que invadiram a residência. Antônio Neto pegou uma arma de fogo do padrasto e trocou tiros com os bandidos. Porém as duas vítimas (Auster e Antônio) foram baleadas. Eles foram socorridos até o PS-UFU e Antônio morreu.

Agora, 53 dias depois, Auster, que estava com uma infecção generalizada, sofreu choque séptico e não resistiu.

Na época do crime, os três ladrões acabaram fugindo. Mas Diogo Bruno de Souza foi preso ao procurar atendimento na UAI São Jorge, pois havia sido baleado.

Duas semanas depois, a Polícia Civil (PC) apresentou os três suspeitos do crime: Thalisson Teotônio dos Santos, de 29 anos, Diego Bruno de Souza, 29, e Vilmar Gonçalves Cafelista, 34.

Auster Ruzante era professor aposentado, com um currículo invejável. Ele atuou como Professor de Cálculo Diferencial e Integral, e de Estatística, nas instituições: Esamc, Unipac, Universidade de São Paulo, no Instituto Tecnológico da Aeronáutica, além da Unitri, por 6 anos, entre 2001 e 2007

Mestre, doutor, Auster era Adido Cultural da Unesco na América Latina, avaliador de universidades para a Unesco, na Argentina Paraguai.

Este foi o homicídio 78 em Uberlândia este ano.

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