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Senador Magno Malta conclama vereadores de Uberlândia a votarem contra a identidade de gênero

Redação V9

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Legenda da foto

O senador Magno Malta (PR-ES) já anunciou publicamente que vai apresentar recurso contra o projeto de lei que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a conversão dessa união em casamento. O projeto foi aprovado em votação simbólica, sem a contagem de votos, nesta quarta-feira, 3, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “Nós vamos requerer que seja levado ao plenário do Senado para que o conjunto dos cidadãos decida”, disse Malta, que defende a constituição da família nos moldes tradicionais, formada por um homem e uma mulher.

Magno Malta voltou a se pronunciar pelas redes sociais, agora dirigindo-se diretamente ao povo de Uberlândia, mais especificamente aos vereadores, que estão prestes a votar, durante a quarta reunião ordinária do mês de maio, nesta sexta-feira, 05, o Projeto de Lei Ordinária – 80/2017, que Dispõe sobre a inclusão e uso do nome social de pessoas travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos prestados no âmbito da Administração Municipal Direta e Indireta. O projeto é de autoria da vereadora Pâmela Volp, que usa o nome social há 32 anos, desde os 16.

Veja o discurso na íntegra:

Eu quero dizer para o povo de Uberlândia e região, muito especificamente aos vereadores que estão sendo pressionados com essa história de LGBT, cada um defende aquilo que acredita. Mas nós aqui no Congresso Nacional, começando no senado, depois na Câmara, não permitimos, e foi tirado do plano nacional de educação, essa história de identidade de gênero, porque é macho e fêmea, não tem cromossomo homossexual. Ninguém nasce um vegetal pra definir seu sexo depois. O que eles fizeram? Correram para as Assembleias Legislativas, em que a maioria absoluta no Brasil fechou as portas. Correram pras câmaras, pros planos municipais. A maioria fechou as portas e alguns, desavisadamente votaram. Vocês não têm obrigação de votar isso. Quem quer ensinar homossexualismo pra seus filhos na infância, que funde uma escola e leve a uma escola que você fundou e acredite. Os meus filhos e os seus filhos não têm que ter sua sexualidade aflorada [na escola]. Isso é responsabilidade sua, de pai e mãe de família, não de professor, escola, nem de material homossexual pras nossas crianças. Isso é uma tentativa de desmoralizar e detonar definitivamente o valor de família. Por isso é que eu conclamo a vocês que são vereadores: não entrem nessa conversa. Se o sujeito quer usar um outro nome, um nome social como eles dizem, que use, mas pra que uma lei como essa? O cara quer ser homossexual, ele fez uma opção, seja homossexual. Deus deu o livre arbítrio ao homem.

A regra da boa convivência é o respeito. Nós temos que respeitar a decisão e a opção deles. E eles precisam também nos respeitar e respeitar uma família que é majoritariamente cristã, como é esse país.

Eu conclamo a vocês vereadores famílias de Uberlândia, não entrem nessa conversa fiada, porque família é a primeira instituição que Deus criou. E criou macho e fêmea.

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