Imagens Reprodução
Um confronto armado entre a Polícia Militar (PM) e três homens suspeitos de integrar uma organização criminosa terminou com a morte dos envolvidos na região do bairro Portal dos Ipês, em Araguari. O incidente ocorreu em uma estrada vicinal que dá acesso a uma cachoeira da região.
A ocorrência teve início durante uma cavalgada que reunia famílias e pessoas de diversas idades no município, quando populares acionaram o 190 relatando que os indivíduos estavam ostentando armas de fogo em meio ao público.
Diante das informações, equipes do Grupamento de Policiamento Especializado (GER) da Polícia Militar montaram um cerco tático na via de acesso à cachoeira. Ao perceberem a aproximação policial e a falta de rotas de fuga, os suspeitos reagiram: segundo o relato policial, o trio ignorou as ordens de parada e passou a efetuar disparos contra os militares. Para repelir a injusta agressão, a equipe revidou e atingiu os três envolvidos.
Vídeos registrados por populares mostram o momento em que ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegaram à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Araguari transportando os baleados.
Apesar dos esforços das equipes médicas, os três envolvidos no confronto não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito. Os mortos foram identificados pelos nomes Eduardo Gabriel, Paulo César, conhecido como “PC”; e Lucas, vulgo “Oreia”; este último apontado como suspeito de envolvimento em diversos homicídios registrados recentemente na cidade.
De acordo com a PM, os mortos possuíam diversas passagens pela justiça e seriam integrantes de uma organização criminosa com forte atuação na região de Araguari. Lucas, em especial, vinha sendo monitorado por possível participação nas mortes registradas no município este ano.
A Polícia Judiciária compareceu à cena do crime para realizar a perícia técnica. As armas de fogo utilizadas pelos indivíduos foram apreendidas e serão submetidas a análise balística para verificar se foram utilizadas em crimes anteriores na cidade. A Polícia Civil agora trabalha para entender o que motivou o grupo a portar armamento pesado em um evento familiar e qual era seu plano original.
Veja a reportagem completa:
